Afinal, quanto custa (mesmo) ter um elétrico?

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Os números não enganam: até junho deste ano, os elétricos já representavam um acumulado de vendas de 9,4% em Portugal.

E as vendas de carros a gasolina superaram as vendas de veículos Diesel… algo que não acontecia há 15 anos!

Damos a palavras aos especialistas que afirmam que, em geral, é mais barato conduzir um elétrico do que um carro a gasolina ou Diesel.

Mais uma vez socorremo-nos dos números: carregar a bateria custa menos do que atestar um depósito de combustível, se tivermos como referência a mesma distância percorrida em quilómetros.

Nos cenários mais otimistas a poupança anual pode chegar aos 72% – nos mais pessimistas 11%.

Esta discrepância de valores depende de vários fatores como:

  1. O custo do Operador do Posto de Carregamento (OPC), que mais não é do que o custo a pagar por se estar a usar o posto rápido (pode consultar os preços para todas as regiões de Portugal aqui);
  2. A tarifa do Comercializador de Eletricidade para a Mobilidade Elétrica (CEME) (isto é, o custo da energia;
  3. Taxas a pagar ao Estado.

Mas não é só: podemos ainda contar com vários benefícios como estacionamento gratuito (em alguns municípios) e  isenção de IUC e ISV – e se se tiver uma empresa, tem-se ainda a dedução do IVA e a isenção da tributação autónoma.

in: automonitor

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